O serão do dia 22 de novembro, foi diferente para os pais que aderiram a mais uma iniciativa do Jardim de Infância de Azoia.
Ouvir uma história pela voz da profª Susana Oliveira, foi um momento delicioso que deixou todos atentos.
A partilha do seu conhecimento veio enriquecer o gosto pela leitura e contextualizá-lo no espaço Jardim de Infância.
Esperamos continuar a contribuir para esta promoção da leitura e do livro numa cultura de "vai e vem" de histórias de vários sabores e múltiplos sentidos.
Histórias de Vida do Jardim de Infância de Azoia - Agrupamento de Escolas José Saraiva - Leiria
22 de novembro de 2011
8 de abril de 2011
Livraria Bichinho de Conto - Óbidos
No mês de Abril, as crianças deste Jardim de Infância usufruiram de um dia mágico.... conheceram a Livraria mais "infantil" que para eles existe. Ou melhor... um local mágico, no meio de um pinhal, onde uma extinta Escola Primária abriu as suas portas a fabulosos contos infanto-juvenis que fazem as delícias de pequenos e crescidos... A casinha (lembrando a casa de Chocolate da história de João e Maria) não deixa ninguém indiferente, ninguém que não queira ser pequeno, ninguém que não tropece numa história que encante por este ou aquele motivo.
Foi o que aconteceu quando Mafalda Milhões (impulsionadora deste projecto) aparece para cumprimentar o grupo e começa a contar a história "As Velhinhas".... E naquela sala, preparada para exposições e explorações várias, Mafalda criou o ambiente para mais uma experiência inesquecível.
24 de fevereiro de 2011
Carla Antunes e "O Monstro das Festinhas"
Carla Antunes – a ilustradora
A opinião das criançasOs livros da Carla adquiridos pelas crianças, foram autografados com um desenho personalizado.Foi um dia especial que todos adorámos!
"Gostei de fazer o monstrinho que a Carla Antunes ensinou aos meninos".
Maria
"A Carla Antunes veio fazer um desenho e os meninos também copiaram.
Aprendi a fazer o desenho sobre o Monstrinho".
Matilde N.
"Gostei de fazer um monstrinho porque é muito engraçado".
Rodrigo S.
"Veio fazer um Monstrinho".
Ana Rita
"Gostei de fazer o desenho que ela ensinou a fazer: o desenho do Monstrinho!"
Vitória K.
"Veio fazer o desenho do boneco pequenininho.
Fiz um desenho igual ao dela".
Juliana
3 de fevereiro de 2011
O Bolinho - Tradição portuguesa
Tradição portuguesa
Na região de Leiria e até mesmo na Estremadura, milhares de crianças saem à rua no Dia de Todos os Santos para pedir o «bolinho» ou o «Pão por Deus», uma tradição ancestral que tem algumas semelhanças com o Halloween norte-americano.
Em Leiria, crianças, transportando saco ou mochila, percorrem ruas e ruelas de aldeias, vilas e até cidades, e batem à porta de familiares, vizinhos e desconhecidos, com a tradicional frase: ’Ó tia, dá bolinho?’. Na ausência de bolinho, as ofertas passam por chocolates, rebuçados ou dinheiro.
‘Trata-se de expressar a solidariedade e o amor pelos outros, principalmente pelas crianças’
Na sala, em conjunto, criamos vários versos para pedir pelas portas:
Na semana em que se comemorou esta tradição, dedicamo-nos à culinária.
Para a comemoração do Dia de Todos os Santos, colocamos "mãos à obra" e confeccionamos o bolinho – receita de culinária característica.

Preparamos a massa com os ingredientes que os meninos trouxeram de casa, fizemos bolinhas, colocamo-las no tabuleiro e levamo-las ao forno para cozer…
Adoramos bolinho!
18 de janeiro de 2011
Dia de Reis
No passado dia 6 de Janeiro - Dia de Reis, o Jardim de Infância de Azoia comemorou o dia com a confecção do tradicional Bolo-rei.
Com um convidado especial para o efeito, o Sr. Armindo foi a "varinha mágica" para o sucesso destes doces.
A colaboração de todos foi essencial para o êxito da actividade!!!
E não é que ficaram bons?!
E não é que ficaram bons?!
14 de janeiro de 2011
Visita ao Moinho de Papel
“Há muitos anos os chineses fizeram papel”.
Faziam o papel com tecidos de roupas e algodão.
Em Leiria havia campos de cereais – milho, trigo e centeio – e “fizeram um moinho à beira do rio para derreter os cereais e fazer farinha”.
“A água bate numa roda e há um pau que roda e faz as pedras rodar, derretem o milho que cai na pedra”;
“Fomos à casa do moleiro”; “puseram milho e vimos a fazer a farinha”.
Havia moinhos diferentes, um para fazer papel e outros para fazer farinha. Este moinho foi a primeira fábrica a fazer papel em Portugal.Fizemos papel de jornal:
“Rasgámos aos bocadinhos, pusemos num balde com água, triturámos com a varinha, despejamos num tabuleiro com água, pusemos numa rede, estendemos em cima de um pano, foi a uma máquina espremer (prensa) e foi para o estendal para secar”.
Texto Colectivo/ Jardim de Infância de Cortes
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