22 de novembro de 2011

História com Livros - serão para pais

O serão do dia 22 de novembro, foi diferente para os pais que aderiram a mais uma iniciativa do Jardim de Infância de Azoia.
Ouvir uma história pela voz da profª Susana Oliveira, foi um momento delicioso que deixou todos atentos.
A partilha do seu conhecimento veio enriquecer o gosto pela leitura e contextualizá-lo no espaço Jardim de Infância.
Esperamos continuar a contribuir para esta promoção da leitura e do livro numa cultura de "vai e vem"  de histórias de vários sabores e múltiplos sentidos.

Floresta de Sons - Concerto para Bebés \\ Cistermúsica 2011

8 de abril de 2011

Livraria Bichinho de Conto - Óbidos

 
 


 



No mês de Abril, as crianças deste Jardim de Infância usufruiram de um dia mágico.... conheceram a Livraria mais "infantil" que para eles existe. Ou melhor... um local mágico, no meio de um pinhal, onde uma extinta Escola Primária abriu as suas portas a fabulosos contos infanto-juvenis que fazem as delícias de pequenos e crescidos...
A casinha (lembrando a casa de Chocolate da história de João e Maria) não deixa ninguém indiferente, ninguém que não queira ser pequeno, ninguém que não tropece numa história que encante por este ou aquele motivo.

Foi o que aconteceu quando Mafalda Milhões (impulsionadora deste projecto) aparece para cumprimentar o grupo e começa a contar a história "As Velhinhas".... E naquela sala, preparada para exposições e explorações várias, Mafalda criou o ambiente para mais uma experiência inesquecível.


De seguida, um passeio pela histórica vila de Óbidos.

         






"Não há longe nem distância" (Richard Bach); está tudo ao nosso alcance, assim queiramos ver o que temos por perto.


24 de fevereiro de 2011

Carla Antunes e "O Monstro das Festinhas"



Carla Antunes – a ilustradora 
Nos dias 8 e 9 de Fevereiro tivemos uma visita muito especial aos nossos Jardins de Infância: Carla Antunes, ilustradora, esteve nos Jardins de Azóia e Cruz d’ Areia. A Carla faz desenhos e também escreve histórias para crianças. 

Das suas várias histórias, o “Monstro das Festinhas” foi a escolhida para aprendermos a fazer desenhos como ela.Com lápis de carvão e uma folha branca no nosso colo ou no chão, os meninos seguiram as indicações da ilustradora.

Os livros da Carla adquiridos pelas crianças, foram autografados com um desenho personalizado.Foi um dia especial que todos adorámos!
                                                              A opinião das crianças


"Gostei de fazer o monstrinho que a Carla Antunes ensinou aos meninos".
                                                                                                                              Maria


"A Carla Antunes veio fazer um desenho e os meninos também copiaram.
Aprendi a fazer o desenho sobre o Monstrinho".
                                                                                          Matilde N.


"Gostei de fazer um monstrinho porque é muito engraçado".
                                                                                        Rodrigo S.

"Veio fazer um Monstrinho".
                                                           Ana Rita


"Gostei de fazer o desenho que ela ensinou a fazer: o desenho do Monstrinho!"
                                                                                                   Vitória K.
                                                                  
"Veio fazer o desenho do boneco pequenininho.
Fiz um desenho igual ao dela". 
                                                       Juliana
                                                           


3 de fevereiro de 2011

O Bolinho - Tradição portuguesa

Tradição portuguesa



Na região de Leiria e até mesmo na Estremadura, milhares de crianças saem à rua no Dia de Todos os Santos para pedir o «bolinho» ou o «Pão por Deus», uma tradição ancestral que tem algumas semelhanças com o Halloween norte-americano.
Em Leiria, crianças, transportando saco ou mochila, percorrem ruas e ruelas de aldeias, vilas e até cidades, e batem à porta de familiares, vizinhos e desconhecidos, com a tradicional frase: ’Ó tia, dá bolinho?’. Na ausência de bolinho, as ofertas passam por chocolates, rebuçados ou dinheiro.
 ‘Trata-se de expressar a solidariedade e o amor pelos outros, principalmente pelas crianças’

Na sala, em conjunto, criamos vários versos para pedir pelas portas:
Na semana em que se comemorou esta tradição, dedicamo-nos à culinária.
Para a comemoração do Dia de Todos os Santos, colocamos "mãos à obra" e confeccionamos o bolinho – receita de culinária característica. 



Preparamos a massa com os ingredientes que os meninos trouxeram de casa, fizemos bolinhas, colocamo-las no tabuleiro e levamo-las ao forno para cozer…
Adoramos bolinho!
E que saboroso ficou.
Também para os pais, os meninos levaram a prova destes deliciosos bolinhos em saquinhos que preparam para o efeito.

Espreitem alguns desses momentos!

 Jardim de Infância Cruz d'Areia - sala Educ. Camila Pinheiro


18 de janeiro de 2011

Dia de Reis




No passado dia 6 de Janeiro - Dia de Reis, o Jardim de Infância de Azoia comemorou o dia com a confecção do tradicional Bolo-rei. 

Com um convidado especial para o efeito, o Sr. Armindo foi a "varinha mágica" para o sucesso destes doces. 

As crianças participaram, entusiasticamente, durante todo o processo de fabrico que ía sendo animado com canções e trabalhos alusivos à data. 

A colaboração de todos foi essencial para o êxito da actividade!!!


                            E não é que ficaram bons?!


14 de janeiro de 2011

Visita ao Moinho de Papel

“Há muitos anos os chineses fizeram papel”.
Faziam o papel com tecidos de roupas e algodão.
Em Leiria havia campos de cereais – milho, trigo e centeio – e “fizeram um moinho à beira do rio para derreter os cereais e fazer farinha”.
“A água bate numa roda e há um pau que roda e faz as pedras rodar, derretem o milho que cai na pedra”;
“Fomos à casa do moleiro”; “puseram milho e vimos a fazer a farinha”.
Havia moinhos diferentes, um para fazer papel e outros para fazer farinha. Este moinho foi a primeira fábrica a fazer papel em Portugal.
Fizemos papel de jornal:
“Rasgámos aos bocadinhos, pusemos num balde com água, triturámos com a varinha, despejamos num tabuleiro com água, pusemos numa rede, estendemos em cima de um pano, foi a uma máquina espremer (prensa) e foi para o estendal para secar”.

Texto Colectivo/ Jardim de Infância de Cortes